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Eu não sei o que será de mim... Minha mãe pediu para eu tirar do ar o que escrevi sobre o jornalismo... ética, estágio, enfim. Mãe é mãe... fazer o que né? Escrito por Jornalista amadora às 17h55 [ ] Universitários recebem Dreg Queen para entrevista coletiva
A jornalista escolheu como tema de seu TCC falar sobre a trajetória de vida das Dreg Queens, e com a orientação da professora e antropóloga Liliane, fez um trabalho etnográfico junto com o convidado e outros artistas. Através da fotografia, expôs fotos em preto e branco para ilustrar a rotina e fotos coloridas para mostrar a vida artística, desde a "montagem" dos personagens, até as apresentações. Alison trabalha como maquiador em um salão de beleza em Florianópolis e já ganhou vários concursos, tanto como maquiador quanto com o seu personagem. Durante a entrevista esclareceu uma grande dúvida dos alunos: "Existe uma diferença fundamental entre ser travesti e drag queen. Travesti é o homem que faz aplicações no corpo, põe silicone, e procura ter uma vida feminina o tempo todo, já a drag, tem a sua rotina diária como homem e se transforma artisticamente em um personagem feminino para apresentações. É mais ou menos um ator com personagem fixo". Ele conta que teve a Deusa Hera como inspiração para o nome artítisco e está lançando seu primeiro CD. Nessa turnê, Herax faz o estilo andrógeno, mas explica: "existes várias categorias como, por exemplo, caricata, que significa piada, mulherão, estilo Madonna, etc.". Paula admite que não foi fácil concluir este trabalho, pois algumas Dregs tinham medo do direcionamento intencional do trabalho ou que talvez não fosse algo sério. Hoje se tornou amiga desses artistas ainda incompreendidos pela maioria da sociedade, e com esse trabalho pretende mostrar que não existe motivo para o preconceito. A exposição fotográfica se encontra no hall da Estácio. Escrito por Jornalista amadora às 20h13 [ ] Felicidade?! Estou feliz por estar aqui, neste momento e local. Mas... será que merecemos realmente ser felizes? Eu fico me questionando isso pois existe uma controversia sobre o assunto. Vocês já pararam pra pensar nisso? Alguns acreditam que morremos e nascemos denovo para "pagar" por algo de errado que fizemos nessa ou em outra(s) vida(s). Talvez "pagar" não seja a melhor palavra, mas no fim das contas é isso mesmo. Ae, lendo alguns livros, uns do grande escritor Augusto Cury e outro (o livro que estou lendo atualmente) "Como ser feliz apesar de tudo" de Hugh Prather, que diz " ... A verdade é que nao conseguimos ser felizes sem experimentar um forte sentimento de culpa. Associamos a despreocupação a uma certa irresponsabilidade e temos medo de que, ao aproveitar a vida, não estejamos cuidando dos nossos interesses e fazendo tudo o que poderíamos por um mundo melhor. Embora para muitos isso talvez ocorra de modo inconsciente, costumamos cultivar uma crença que tem o poder de nos sabotar: a de que nao merecemos ser felizes", passei a entrar em contradição sobre o tema. Como é possível voltar para este mundo para "acertar as contas" com Deus, nós mesmos, nossa alma ou sei la com quem, e conseguir ser feliz também? Se fizemos algo de grave no passado, eu concordo que se essa coisa de reencarnação existe, devemos sim sofrer para "elevar nosso espirito" ou "purificar nossa alma", pois fizemos maldade para alguém ou quem sabe até para nós mesmos. Mas, por outro ponto de vista, podemos notar que pessoas infelizes não ajudam os outros e lógico, nem a si mesmos e as vezes até prejudicam. Mas será que ajudar os outros, inclusive animais, diminui um pouco a carga do erro cometido anteriormente? Então por enquanto, apenas pensem no assunto. Depois eu volto com mais :D Beijos e até a próxima. Escrito por Jornalista amadora às 20h05 [ ] |
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